19 dezembro 2013

A INVEJA EM ESTADO PURO
Acredite se quiser, mas não é uma denúncia da insanidade propugnada pelos igualitaristas.




O escritor argentino Gonzalo Otálora está causando polêmica com uma campanha em que defende a cobrança de impostos das pessoas consideradas lindas para compensar o "sofrimento" daqueles que supostamente foram menos favorecidos pela natureza.

Com um megafone, ele foi à frente da Casa Rosada reclamar os “direitos” dos feios. Otálora alega que os deboches sofridos na infância prejudicaram sua auto-estima e atrapalharam na conquista de melhores empregos. Em sua opinião, um dos assuntos que deveriam ser debatidos é a representação de “todos os tipos de constituição física” nos desfiles de moda. A inveja é alçada ao patamar de justiça e a mediocridade é enaltecida, enquanto o superior é condenado por suas virtudes, e não vícios.

Ainda que as demandas do argentino feioso pareçam absurdas – e são, elas no fundo representam apenas os ideais igualitários levados ao extremo de sua coerência.

Leia mais aqui.

07 dezembro 2013


Discurso do Coronel Lício Augusto Maciel na Câmara dos Deputados, em Sessão Solene ocorrida no dia 26 Jun 2005, sobre a guerrilha do Araguaia.

14 novembro 2013

Documentário completo mostrando a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.

05 novembro 2013

NAZISMO x COMUNISMO:
QUEM MATOU MAIS?


Sobre o nazismo, os dados são muito confiáveis, pois, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, os nazistas registravam meticulosamente os crimes cometidos. 

Além disso, como eles perderam a guerra, os seus arquivos puderam ser esmiuçados pelos vitoriosos. Os dados conhecidos são os seguintes, sempre pelo máximo estimado:

Campo de extermínio de Bergen-Belsen

- 7 milhões de polacos
– 6 milhões de judeus
– 6 milhões de civis eslavos
– 4 milhões de prisioneiros de guerra soviéticos
– 1,5 milhão de dissidentes políticos
- 300 000 deficientes
- 25 000 homossexuais
- 5 000 Testemunhas de Jeová

Há muitos levantamentos sobre o Holocausto. Um deles contabiliza dois a três milhões prisioneiros de guerra soviéticos, dois milhões de poloneses, cerca de 1,5 milhão de ciganos, 200 mil deficientes, dissidentes políticos e religiosos, 15 mil homossexuais e cinco mil Testemunhas de Jeová, estimando o número de mortos em cerca de 11 milhões de pessoas.

Vítimas da GESTAPO em Lager Nordhausen
Outro levantamento mais abrangente incluiria seis milhões de civis soviéticos, elevando o número de mortos para 17 milhões.

Um projeto de pesquisa realizado pelo Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos estima que de 15 a 20 milhões de pessoas morreram ou foram presas.

R. J. Rummel estima que o total de mortos no democídio da Alemanha nazista seja de cerca de 21 milhões de pessoas.

Outras estimativas colocam apenas as vítimas totais de cidadãos soviéticos em cerca de 26 milhões de pessoas mortas.

arquivo de Bad Arolsen
Depois que, recentemente, foi finalmente aberto a pesquisadores o principal arquivo sobre as vítimas do nazismo, conservado na cidade de Bad Arolsen, na Alemanha, da análise de cerca de 50 milhões de registros, originários dos campos de concentração e de trabalhos forçados nazistas, chegou-se ao número final de 17,5 milhões de civis perseguidos e exterminados pelo regime entre 1933 e 1945.

Sendo bem parcial. e contabilizando sempre pelo máximo, o número de mortos sob o nazismo foi de 26 milhões.
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As estatísticas das vítimas incluem execuções, fomes intencionalmente provocadas, mortes resultantes de deportações, prisões e trabalhos forçados.

Segundo o "Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão", obra coletiva de professores e pesquisadores universitários europeus, quase todos ex-comunistas, o saldo final das mortes ocasionadas pelo comunismo, sempre consideradas pelo mínimo, segundo os autores, é o seguinte:

- 20 milhões na União Soviética
- 65 milhões na República Popular da China
- 1 milhão no Vietnã
- 2 milhões na Coreia do Norte
- 2 milhões no Camboja
- 1 milhão nos estados comunistas do Leste Europeu
- 150 mil na América Latina
- 1,7 milhões na África
- 1,5 milhões no Afeganistão
- 10 mil mortes "resultantes das ações do movimento internacional comunista e de partidos comunistas fora do poder"

Se alguém imagina que este livro é panfletário, exagerado, obra de um direitista alucinado, leia a opinião de Tony Judt, talvez o maior historiador vivo analisando o livro para o The New York Times: "Um compêndio de 800 páginas dos crimes dos regimes comunistas por todo o mundo, recolhidos e analisados em grande detalhe por uma equipe de especialistas. Os fatos e os dados, alguns deles bem conhecidos, outros confirmados há pouco em até agora inacessíveis artigos, são irrefutáveis. O mito dos fundadores bem intencionados - o 'bom czar' Lenine e os seus perversos herdeiros - foi apagado de vez. Ninguém poderá mais clamar ignorância ou incerteza acerca da natureza criminosa do comunismo, e aqueles que começaram a esquecer serão forçados a relembrar de novo".

Sendo bem parcial. e contabilizando sempre pelo mínimo, o número de mortos sob o comunismo foi de 94 milhões e 360 mil.

26 setembro 2013

A HISTÓRIA DO MASP


Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello

O paraibano Assis Chateaubriand, fundador dos Diários Associados, comandava um verdadeiro império midiático, composto por 34 jornais, 36 emissoras de rádio, uma agência de notícias, uma editora (responsável pela publicação da revista O Cruzeiro, a mais lida do país entre 1930 e 1960) e se preparava para ser o pioneiro da televisão na América Latina - e futuro proprietário de 18 estações.

Ele utilizava-se da influência de seu conglomerado para pressionar a elite do país a auxiliá-lo em suas iniciativas, quer fossem políticas, econômicas ou culturais. Em meados dos anos quarenta, criou a "campanha da aviação", que consistia em enérgicos pedidos de contribuições para a aquisição de aeronaves de treinamento a serem doados ao aeroclubes do país. Como fruto da iniciativa, cerca de mil aviões foram comprados e doados às escolas para formação de pilotos. Terminada a campanha, Chateaubriand iniciaria uma nova e ousada empreitada: a aquisição de obras de arte para formar um museu de nível internacional no Brasil.

Chateaubriand pretendia sediar o futuro museu no Rio de Janeiro, mas optou por São Paulo por acreditar que nessa cidade teria mais sucesso em arrecadar os fundos necessários para formar a coleção. O mercado de arte internacional passava por um momento propício para quem dispunha de fundos para adquirir obras de relevo e o Brasil passava por um momento de grande prosperidade. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a Europa em reconstrução, muitas coleções eram postas à venda. O aumento exponencial da oferta derrubou os preços das obras de arte em níveis inéditos. Chateaubriand, entretanto, embora fosse um apreciador de obras de arte, era um leigo no assunto. Para movimentar-se nesse mercado, selecionando peças de alto valor e com garantias de autenticidade, precisava do auxílio de um técnico especializado e experiente. Assim, convidou Pietro Maria Bardi para ajudá-lo na empreitada.

Pietro Maria e
Lina Bo Bardi
Pietro Maria Bardi, galerista, colecionador, jornalista e crítico de arte italiano, havia viajado ao Rio de Janeiro na companhia de sua esposa, a arquiteta Lina Bo, para apresentar a Exposição de Pintura Italiana Antiga no Ministério da Educação e Saúde, organizada pelo Studio d'Arte Palma, dirigido por Bardi em Roma. Durante um almoço em Copacabana, no verão de 1946, Chateaubriand lhe convidou para auxiliar a criar e a dirigir um "Museu de Arte Antiga e Moderna" no país. Bardi objetou que não deveria haver distinção entre as artes, propondo denominar a instituição apenas como "Museu de Arte", e aceitou o convite. Planejando ficar à frente do projeto por apenas um ano, dedicar-se-ia a ele pelo resto de sua vida, tendo dirigido a instituição por quase meio século. Mudou-se definitivamente com Lina para o Brasil.

Edifício Guilherme Guinle

Nos três primeiros anos de atividade, o museu funcionaria em uma sala de mil metros quadrados, no segundo andar do Edifício Guilherme Guinle, na rua Sete de Abril, centro de São Paulo, projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon para ser a sede dos Diários Associados.

Lina Bo Bardi projetou os espaços no primeiro andar, eliminando paredes e elementos decorativos constantes do projeto original, a fim de que o espaço obedecesse a um ambiente estritamente funcional. Além da pinacoteca, contava com uma sala de exposição didática sobre a história da arte, duas salas para exposições temporárias e um auditório com 100 lugares. Essa divisão refletia o interesse dos fundadores em conceber a nova instituição como centro difusor de conhecimento e cultura, opondo-se à ideia de museu como simples depósito de obras de arte.

O museu foi inaugurado em 2 de outubro de 1947. No dia seguinte, os primeiros visitantes chegaram para ver a incipiente coleção, ainda com poucas peças, destacando-se o "Busto de Atleta", de Pablo Picasso, e o "Auto-retrato com Barba Nascente", de Rembrandt.

Busto de Atleta
Pablo Picasso
Auto-retrato com Barba Nascente
Rembrandt
Nos anos seguintes, o espaço passaria a oferecer cursos sobre história da arte, mostras de artistas nacionais e estrangeiros de todas as correntes, manifestações de teatro, música e cinema, transformando o museu em um ponto de encontro de artistas, estudantes e intelectuais em geral. Assim, O MASP inaugurou o conceito de espaço museológico multidisciplinar, tornando-se uma das primeiras instituições do mundo a atuar com perfil de centro cultural, décadas antes da fundação do Centro Georges Pompidou, de Paris.

O Escolar
Van Gogh
Paralelamente às atividades didáticas, o acervo continuava a crescer. Cada nova aquisição era festejada com uma suntuosa recepção, com a mais ampla cobertura possível dos Diários, quer no museu, quer na casa dos doadores, ou até mesmo em campo aberto – como se registrou à chegada da obra "O Escolar", de Van Gogh, recepcionada por um grande desfile de estudantes nas ruas de Salvador.

No final da década de 1950, o crescente volume do acervo e a ampliação das atividades didáticas do museu demandavam espaços mais amplos e adequados a atividades museológicas regulares. Na tentativa de solucionar o problema, Bardi fez contatos com a Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Ficou acertado que o museu teria um espaço no edifício que a fundação estava erguendo no bairro de Higienópolis, onde seria exposto seu acervo, ao qual se juntariam as obras do fundador da FAAP (hoje reunidas no Museu de Arte Brasileira). As obras do MASP chegaram a ser expostas nas salas da fundação, mas Bardi mostrou-se preocupado com a qualidade de algumas peças a serem incorporadas à coleção, preferindo romper o acordo e recomeçar a busca por uma nova sede.
Belvedere Trianon

Havia, então, na avenida Paulista, um terreno no local antes ocupado pelo Belvedere Trianon, tradicional ponto de encontro da elite paulistana, projetado por Ramos de Azevedo e demolido em 1951 para dar lugar a um pavilhão, onde fora realizada a primeira Bienal Internacional de São Paulo.

O quadro de Jules Martin mostra inauguração
da Avenida Paulista em 8/12/1891

O terreno havia sido doado à prefeitura por Joaquim Eugênio de Lima, idealizador e construtor da avenida Paulista, com a condição de que a vista para o centro da cidade, bem como a da serra da Cantareira, fossem preservadas, através do vale da avenida 9 de Julho.

Vista do centro da cidade a partir do Belvedere Trianon
Mesmo ciente da situação do terreno e das condições impostas pelo doador, Lina Bo Bardi insistia que considerava o local ideal para a construção da nova sede. 


Para preservar a vista exigida pelo doador do terreno, era necessário ou uma edificação subterrânea ou uma suspensa. 



A arquiteta ítalo-brasileira optou por ambas as alternativas, concebendo um bloco subterrâneo e um elevado, suspenso a oito metros do piso.



E idealizou um edifício sustentado por quatro pilares, permitindo, assim, aos que passam pela avenida, descortinar o centro da cidade. Em construção civil é único no mundo pela sua peculiaridade: o corpo principal pousado sobre quatro pilares laterais com um vão livre de 74 metros, à época considerado o maior do mundo.


Lina Bo Bardi nas obras do Masp
A ousada inovação foi viabilizada pelo trabalho do engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz, que aplicou na obra a sua própria patente de concreto protendido.


Lina Bo Bardi no vão livre do Masp

Construído entre 1956 e 1968, a nova sede do MASP foi inaugurada em 7 de novembro de 1968 com a presença da Rainha Elizabeth II, da Inglaterra.

Rainha Elizabeth
 



MASP HOJE









22 agosto 2013

UM HERÓI E UM ANJO 

Taylor Morris, 23 anos, perdeu bracos e mãos quando desarmava bombas no Afeganistão.
Sua amiga de infância e namorada Danielle Kelly casou-se com ele meses após o acidente.

2011

2011

2012 suboficial da Marinha no Afeganistão


2012 no hospital

7/5/2012 inconsciente na primeira visita de Danielle

primeiro beijo após acordar



Danielle carrega Taylor na costas



Juntos na reabilitação

 As próteses




30/8/2012 voltando para casa, Iowa

 abraçando o avô, veterano da Guerra da Coréia

 letreiro do cinema comemora volta de Taylor