23 outubro 2008

REINALDO AZEVEDO - PALESTRA DE LANÇAMENTO DO LIVRO PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 1

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 2

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 3

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 4

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 5

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 6

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 7

REINALDO AZEVEDO - PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 8

REINALDO AZEVEDO - PALESTRA DE LANÇAMENTO DO LIVRO PAÍS DOS PETRALHAS - PARTE 9

11 outubro 2008

MANUAL DO INTELECTUAL PROGRESSISTA BRASILEIRO

OU: COMO TORNAR-SE UMA PESSOA MARAVILHOSA
1. O tom certo é queixoso, de modo geral, contra a sociedade e contra a realidade, mas não pode cair no negativismo completo e deve permanecer soft o bastante para poder fazer coro com as campanhas da ética e da cidadania, que requerem um certo otimismo – aquele otimismo capaz de levar as várias classes a se congraçarem para promover fraternalmente a luta de classes.
2. Se entrar numa disputa verbal, exponha suas crenças com forte convicção, mas não caia na esparrela de tentar provar que são verdadeiras. Caso você não o consiga, será considerado um chato e prolixo. Caso consiga, será odiado como um intolerante e dono da verdade. Sobretudo não use argumentos lógicos de espécie alguma, que são considerados autoritários e repressivos. [...] Qualquer que seja o caso, repita várias vezes durante a performance o mote: ´Não há verdades absolutas´, e verá que esta idéia deixa as pessoas muito felizes e aliviadas.
3. Quaisquer idéias conservadoras ou que tenham a fama de sê-lo devem ser sempre tratadas como preconceitos, por mais conceptualmente elaboradas que sejam – de modo que a palavra preconceito deixe de designar de modo genérico qualquer julgamento proferido por hábito irrefletido e passe a rotular determinadas idéias em particular, isto é, aquelas que não são muito apreciadas nesse ambiente seleto. Se você aprender a usar direitinho a palavra preconceito, logo as pessoas passarão a concordar automaticamente com tudo o que você disser, pois têm horror a preconceitos.
4. Identifique logo a minoria discriminada a que pertence – pois todo mundo pertence a alguma – e exiba-a como um cartão de ingresso: ela dá direito a ser bem recebido neste círculo.
5. Qualquer que seja a posição social e a origem das riquezas do falante, ele deve dar a impressão de que teria tudo a ganhar e nada a perder com uma revolução comunista. O socialite, pois que os há de montão entre os intelectuais, deve sempre deixar crer que está mais solidário com os sem-terra do que com os seus colegas de diretoria do banco.
6. Quando se trate de manifestações culturais, elas devem expressar, sobretudo, essa gama de sentimentos coletivos, e nada dizer ao público com que ele já não esteja disposto a concordar de antemão. Mas é importante dar a essa pasta homogênea de opiniões concordantes um status de heresia, de desvio, de marginalismo original e não-conformista, para que os ouvintes e espectadores possam todos se sentir heréticos também, já que a coisa que mais faz um sujeito se sentir solitário e abandonado hoje em dia é ver-se fora da categoria dos excluídos.
7. Se tiver que admitir que é heterossexual, faça-o com discrição.
8. Se alguém lhe perguntar sua religião, opte por uma destas: duendes; nenhuma; afro; new age; Lair Ribeiro; satanismo light. Jamais caia na besteira de dizer que católico.

(o autor desse manual não pode ser revelado, pois, por não seguir nenhuma das sugestões acima, é considerado um cão-sarnento-direitista-conservador...)

08 outubro 2008

LUCILINHA COM REINALDO AZEVEDO

UM LUXO!!!!!!!
Minha gatinha linda na fila para pegar um autógrafo do Reinaldo Azevedo.















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Esta outra foto revela o momento em que Lucilinha dá o meu nome ao Reinaldo para que ele faça a dedicatória e ele levanta os olhos e comenta com ela que se lembra de mim, dos meus comentários no blog e tece imerecidos elogios aos meus garranchos.











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07 outubro 2008

CASAMENTO HOMOSSEXUAL

O Estado não regula o amor entre pessoas.
Se o fizesse teria de criar muitos contratos além do casamento.
A lógica da instituição matrimonial vem das implicações estruturais na sociedade da união fecunda entre mulher e homem, incomparáveis com as de qualquer outra.
Escamotear isto e tratar o contrato como um direito do amor mútuo é uma tolice.

do blogue atlântico

06 outubro 2008

Texto de Olavo de Carvalho no Jornal do Brasil de 26/6/2008

O filósofo francês Jean-Yves Béziau dizia que o pensamento universitário no Brasil é a imitação subdesenvolvida de um modelo degenerado.
Recentemente, o modelo e sua imitação voltaram a exibir-se nas páginas do noticiário, o único lugar onde podem experimentar, por momentos, uma deliciosa sensação de existência. Em Paris, informa-nos a Folha, "o encontro dos filósofos Alain Badiou e Slavoj Zizek, em 16 de maio passado, foi um show de inteligência e bom humor".
É um equívoco. Dois ídolos da esquerda que se reúnem para afirmar que "o fracasso do socialismo real não invalida o comunismo" constituem, mais propriamente, um espetáculo de mendacidade e humor negro.
Desde logo, a escolha das palavras é um eufemismo cínico.
Fracasso é brochar na noite de núpcias. Matar 100 milhões de civis é uma exibição de força e de capacidade organizativa como jamais se viu no mundo. O comunismo não fracassou: apenas mostrou a que veio. Marx, Engels e Lênin sempre afirmaram que o regime comunista se imporia pelo genocídio. Ninguém pode acusá-lo de ter falhado nisso.
Não satisfeitos com o truque idiota, Badiou e Zizek, ao proclamar que "é preciso reabilitar o comunismo", deixaram claro, para alívio geral, que não se referiam àquela coisa medonha que foi o stalinismo. Mas, esperem aí, quem matou 100 milhões não foi o stalinismo, a variante russa do comunismo. O stalinismo matou 20 milhões. Os outros 80 foram assassinados pelo comunismo em geral, principalmente na sua versão maoísta, à qual o próprio Badiou ainda exibe alguma fidelidade residual.
Clamar contra "o stalinismo" é a fraude metonímica com que os saudosistas do maoísmo tentam se limpar da cumplicidade com horrores que ultrapassaram a imaginação do próprio Stalin.
Zizek, por seu lado, repele o nivelamento moral de nazismo e comunismo, afirmando que o primeiro matava coletivamente, ao passo que o segundo tentava ao menos formalizar alguma acusação, como nos famosos Processos de Moscou. A comparação revela aquela mistura de ignorância e má-fé sem a qual ninguém pode se tornar um respeitado intelectual de esquerda. Os acusados dos Processos de Moscou eram líderes eminentes do partido, julgados por traição. Altos funcionários do governo alemão sob acusação similar eram também julgados por tribunais militares ou civis. A massa dos assassinados pelo comunismo não teve o privilégio de nenhum processo judicial. Foram condenados em bloco, por pertencer a grupos sociais indesejáveis, exatamente como os judeus na Alemanha. Nos dois casos, o processo individualizado, que nas democracias é o mais elementar dos direitos humanos, torna-se uma prerrogativa da nomenklatura, enquanto o zé-povinho vai para o matadouro em filas anônimas, sem saber de que é acusado. A simetria é perfeita, mas, para Zizek, invisível.
Na mesma semana em que a Folha se deleita ante essas exibições de deformidade mental, um grupo de 40 intelectuais esquerdistas, os mesmos de sempre – autodenominados "os" intelectuais, para dar a entender que fora do seu círculo não há vida inteligente (como se lá dentro houvesse alguma) – reuniu-se com o presidente da República e, extasiado, recebeu dele duas garantias reconfortantes:
1º. Contrariando o que dissera à agência Reuters ("nunca fui esquerdista"), Lula afirmou que sempre foi de esquerda e é ainda.
2º. Desmentindo a fantasia bushista de um Lula pró-americano, o nosso presidente está cada vez mais afinado e convergente com Hugo Chávez.
Os senhores podem imaginar a satisfação quase erótica com que essas informações foram recebidas por "os intelectuais". Pena que Zizek e Badiou não estivessem lá.
De passagem, observo: o que caracteriza o senhor Lula não é que ele tenha duas caras – é que elas permaneçam sempre higienicamente separadas, sem que ninguém, exceto eu, busque decifrar a unidade secreta por trás de um personagem que é homenageado simultaneamente em Davos pela sua conversão ao capitalismo e no Foro de São Paulo por sua fidelidade ao comunismo.

01 outubro 2008

RESISTIR! RESISTIR! RESISTIR!

"A crise financeira não é a crise do capitalismo. É a crise de um sistema que se afastou dos valores fundamentais do capitalismo, que traiu o espírito do capitalismo. O anticapitalismo não oferece qualquer solução à crise atual. Regressar ao coletivismo, que tantos desastres provocou no passado, seria um erro histórico".

NICOLAS SARKOZY

É PRECISO RESISTIR AO BOLIVARIANISMO

"Se uma mentira dita muitas vezes vira verdade, espera-se que o mesmo possa acontecer a uma verdade".