31 agosto 2014

“OULANEM”
O SATANISMO NO COMUNISMO?



Como ateu, agnóstico, descrente, ou seja lá o nome que se dê à minha dificuldade de acreditar em qualquer poder supremo que nos guie ou desvirtue, acho essa história de Satanás, Lúcifer, Diabo ou Capeta meio surreal, mas o que me surpreendeu neste texto foram as revelações até hoje desconhecidas sobre as crenças e temores do jovem Marx aos 17/18 anos. Dados incríveis sobre a juventude de Karl Marx, completamente desconhecidos da imensa maioria de seus adoradores, idólatras e cultores.

Baseado no livro “Marx and Satan” de Richard Wurmbrand.
• o pastor luterano Richard Wurmbrand passou 14 anos prisioneiro e torturado pelo regime comunista da Romênia.



A origem do marxismo pode se originar de um culto satânico.

Antes de se tornar um economista e comunista ateu famoso, Marx pagou seu tributo ao humanismo.

Karl Marx: jovem cristão

Eu passei muito tempo no esforço de estudar e pesquisar os pensamentos de Karl Marx e tive a sorte de encontrar muitas coisas que gostaria de partilhar com os meus leitores.

Na sua juventude, Marx foi cristão. O primeiro trabalho conhecido de Marx se intitula: “Unidade dos crentes em Cristo segundo Evangelho de S. João 15:1~14: Unidade no sentido de necessidade incondicional, influência”. Ali encontramos as seguintes palavras:

“União com Cristo é encontrado num companheirismo íntimo e vivo com Ele e no fato de sempre O termos diante de nossos olhos e nos nossos corações. E, ao mesmo tempo em que somos possuídos pelo Seu infinito amor, dirigimos os nossos corações aos nossos irmãos, com quem Ele nos une intimamente, por quem Ele Se sacrificou”.

Portanto, Marx estava ciente da maneira pela qual as pessoas podem mostrar o amor fraterno uma à outra, isto é, através do Cristianismo.

Ele continua: “Portanto, a unidade com Cristo exalta interiormente, conforta nas provações e torna o coração aberto para amar as pessoas, não por causa do nosso orgulho ou sede da fama, mas por causa de Cristo”.

Mais ou menos na mesma época, ele escreve no seu trabalho intitulado: “Pensamentos de um jovem diante da escolha de uma profissão”:

“A religião nos ensina o Ideal a Quem nós todos aspiramos. Ele Se sacrificou por toda a humanidade. Quem ousará negar tal afirmação? Se escolhemos uma profissão ao qual podemos dar o melhor de nós pela humanidade, então não devemos hesitar sob o seu peso, porque é um sacrifício por todos”.

Quando ele se formou no colégio, o seu diploma trazia os seguintes dizeres na categoria “Conhecimento religioso”:

“O seu conhecimento de ensinamentos e princípios Cristãos é claro e adequadamente fundamentado. Conhece também em profundidade a história da igreja Cristã”.

Karl Marx: o mistério ao se tornar ateu

Logo após receber o seu diploma, algo muito misterioso aconteceu. Mesmo antes de Moses Gess levar Marx à persuasão socialista em 1841, ele se tornou um ateu zeloso. Esta mudança de caráter pode ser verificada nos seus anos de estudos posteriores.

Num dos seus versos, Marx escreveu: “Anseio vingar-me d’Aquele que dita as regras do alto”. Marx acreditava que “Aquele que dita as regras do alto” de fato existia. Ele O desafiava, embora Deus nunca o tenha prejudicado. Marx provinha de uma família relativamente rica. Ele não passou fome na infância e nos anos de estudante vivia muito melhor que a maioria dos seus amigos. Portanto, o que teria causado esse ódio feroz contra Deus?

Motivos pessoais não nos são disponíveis (talvez a falta de dinheiro tivesse feito Marx se desesperar contra Deus e buscar outra saída…). Teria sido Marx apenas um porta-voz de alguém nessas afirmações desafiadoras?

Uma alma desesperada busca a solução em Lúcifer

Durante este período, as seguintes linhas são encontradas num poema intitulado “Conjuração de alguém caindo em desespero”.

Estabelecerei o meu trono acima
Frio e terrível será o seu topo
O tremor supersticioso é a sua base
Mestre – agonia mais obscura.

Aquele que olhará com olhares saudáveis
Se retirará, empalidecerá e emudecerá mortalmente
Possuído pela mortandade cega e fria
Preparará um túmulo com sua alegria.

As palavras “estabelecerei o meu trono” e sua confissão que a agonia e o medo sairão daquele que se senta no alto do trono, nos recorda o brado orgulhoso de Lúcifer: “Hei de subir até o céu e meu trono colocar bem acima das estrelas” (Isaías 14:13).

Por que Marx necessitava de tal trono? A resposta para esta pergunta se encontra no drama infame escrito por ele nos seus anos de estudante. O drama é chamado “Oulanem”. Há uma menção de “missa Negra” satânica, um ritual conduzido por um sacerdote à meia-noite onde uma Bíblia é queimada. Todos os presentes prometem cometer todos os sete pecados capitais mencionados no Catecismo Católico Romano e nunca praticar o bem. Uma orgia é praticada depois.

A adoração ao Satanás é muito antiga. No Deuteronômio lemos que os judeus “fizeram sacrifícios a demônios” (32:17). Mais tarde, o rei de Israel, Jeroboão, estabeleceu sacerdotes dos lugares altos e dos bezerros que fabricou. (1 Reis 12:25~33).


O que significa Oulanem

Segundo o especialista padre Paul Leonard Kramer: “Marx, como outros satanistas, gostava muito de utilizar inversões e assim ele criou o nome Oulanem. Oulanem é a inversão do nome profético dado por Isaías a Jesus Cristo – Emanuel. Se você soletrá-lo de trás para a frente, então você reverte as sílabas e depois fala de trás para a frente, você muda Emanuel em Oulanem. É uma reversão tripla de Emanuel”. A fonte está citada abaixo.




O “Oulanem” pode ser entendido se lemos com Marx a bizarra confissão feita no verso de sua autoria chamado “As Orações” (The Prayers):

Vapores infernais sobem e preenchem o meu cérebro,
Até eu enlouquecer e o meu coração se transformar dramaticamente.
Vê esta espada?
Foi o Rei da escuridão
Quem me vendeu.


Estas linhas possuem significado especial quando as tomamos tendo em conta que durante os rituais da mais alta dedicação do culto satânico, uma espada encantada que garante um sucesso é vendida para o candidato. Ele paga por ela assinando com o seu sangue tirado da sua veia o contrato que torna sua alma pertencente a Satanás após a morte.

E agora citarei “Oulanem”:

Pois ele está marcando o tempo e dando sinais.
Cada vez mais agitado executo a dança da morte.
E eles também: Oulanem, Oulanem.
Este nome soa como a morte,
Soa até não se reter em formas miseráveis.
Alto! Agora o tenho. Ele se ergue da minha alma,
Claro como o ar, duro como os meus ossos.
E, ainda, personifica a humanidade,
Eu poderia tomá-lo pela força das minhas mãos poderosas
e esmagar com força feroz.
No entanto, enquanto o abismo se abre diante de mim e tu na escuridão,
Tu cairás e eu te seguirei.
Rindo e sussurrando em teu ouvido: “Desça comigo, amigo!”.

A Sagrada Escritura, que Marx aprendeu no colégio, diz que o demônio foi lançado por um anjo ao Abismo (Apocalipse 20:3). Marx desejava lançar toda a humanidade neste abismo preparado para demônio e seus anjos.

Quem fala por Marx neste drama? É razoável esperar tal coisa de alguém tão jovem – que ele sonhasse que a humanidade caísse no Abismo (o “escuridão exterior” como a Bíblia o chama?), e que ele mesmo rindo seguisse aqueles que foram enlaçados na descrença? Em nenhum outro lugar no mundo tal ideia é cultivada exceto nos rituais de dedicação aos mais altos graus da igreja Satânica.

O tempo de morrer chegou para Oulanem. Eis as suas palavras:

Arruinei-me, arruinei-me. O meu tempo se esgotou.
O relógio parou, a pequena construção ruiu.
Logo abraçarei a eternidade, e com um bramido
Ganirei gigantesca maldição para toda a humanidade.

Mefistófeles e Fausto
Marx gostava de repetir as palavras de Mefistófeles do “Fausto” de Goethe: “toda a existência é merecedora da destruição”. Toda, inclusive do trabalhador e daqueles que lutaram pelo comunismo nas batalhas operárias e guerras contra o fascismo. Marx gostava de citar estas palavras e Stálin agia de acordo com estas palavras e destruiu até a sua própria família.

Karl Marx não era ateu: venerava outro deus

Membros do culto de Satanás não são materialistas. Eles acreditam na vida após a morte. Oulanem, a personagem cujo caráter Marx assume, não nega vida após a morte. Mas reconhece-a como uma vida cheia de ódio no mais alto grau. Eu diria que a “eternidade” significa “tortura” para os demônios. Eis a razão porque os demônios reclamaram de Jesus: “Que queres de nós, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?” (Mateus 8:29).

Marx diz o mesmo:

Hah, eternidade, nossa dor eterna,
Morte indescritível, imensurável!
Odioso, concebido artificialmente,
Para nos desprezar
Nós, que nós mesmos, como mecanismo do relógio

Cegamente mecânico, criado para ser
Calendários tolos de tempo e espaço,
Sem qualquer finalidade,
Além de manifestação acidental para a destruição.

Começamos a perceber o que aconteceu ao jovem Marx. Ele costumava ter ideais cristãos, mas ele não os aplicava na sua vida. Sua correspondência com seu pai testemunha o gasto de grande quantia de dinheiro para diversão causando infindáveis conflitos com seus pais. Nessa situação ele possivelmente foi apanhado numa armadilha de culto satânico secreto e realizou o ritual de dedicação. Satanás é visto pelos seus seguidores em alucinações durante as orgias e fala através de suas bocas. Marx é apenas porta-voz de Satanás quando proclama “Quero me vingar d’Aquele que está no alto”.

Marx amaldiçoa a humanidade

Vamos ao final do drama “Oulanem”:

Ah! Torturado sobre a roda de fogo,
Devo dançar alegremente no círculo da eternidade:
Se houvesse algo além disso,
Eu me jogaria, mesmo que tivesse que destruir o mundo para consegui-lo.

Construído entre ele e eu!
Deve ser destruído com maldições.
Eliminarei a existência teimosa pelas minhas mãos.
Abraçando-me, ele calmamente desapareceria.
E então – descer ao lugar nenhum.
Desaparecer completamente, e não ser – isto seria – a vida.

No drama “Oulanem” Marx, de fato, faz a mesma coisa que o demônio. Ele amaldiçoa toda a humanidade.

“Oulanem” é provavelmente o único drama no mundo em que todos os participantes estão cientes da sua perversidade e se divertem nele como numa festa. Não há nem branco nem preto, Cláudio ou Ofélia, Iago ou Desdêmona. Tudo é negro nele, e todos parecem possuir o caráter de Mefistófeles. Todos os seus participantes são demoníacos e destinados a perecer.

Quando Marx estava escrevendo “Oulanem” o jovem gênio estava com 18 anos. Seu plano de vida estava claro naquele momento. Ele não tinha ilusão sobre servir a humanidade, o proletariado ou socialismo. Ele desejava destruir o mundo, estabelecer seu próprio trono baseado nos abalos, espasmos e convulsões do mundo.

Mistérios na correspondência de Karl Marx:
outros deuses assumem o lugar de Deus

Neste estágio, as visões de Marx estavam se desenvolvendo. Algumas coisas misteriosas aparecem na sua correspondência com seu pai. Por exemplo, o filho escreve: “A máscara caiu, o meu Santo dos Santos se esvaziou e houve necessidade de colocar novos deuses ali”. Isto foi escrito em 10 de novembro de 1837 por um jovem que anteriormente professava o Cristianismo. Ele costumava dizer que Cristo habitava seu coração. De repente tudo virou de cabeça para baixo. Que novos deuses tomaram o lugar de Cristo?

O pai de Marx respondeu (10 de fevereiro de 1838): “Não exigi qualquer explicação sobre tal coisa misteriosa, embora pareça controverso”. O que teria sido a coisa misteriosa? Nenhum biógrafo foi capaz de explicar tais palavras enigmáticas.

O que, de repente, levou o pai do jovem Marx a expressar ansiedade pelas influências controversas sobre seu filho? Vejamos o teor de outra carta do pai de Karl Marx, onde ele claramente expressa suas preocupações com influências demoníacas sobre o filho até então cristão. Com  a palavra Werner Blumeberg.

Werner Blumenberg, em seu livro Karl Marx: Uma Biografia Ilustrada (Karl Marx: an Illustrated Biography) publicado em 1972, cita uma carta escrita pelo pai de Marx a seu filho, em 2 de março de 1837: “O seu progresso, a preciosa segurança de ver seu nome tornar-se um dia muito famoso e o seu bem-estar material não são os únicos desejos do meu coração. Estas foram ilusões que alimentei por longo tempo, mas posso assegurar-lhe que a sua realização não me teria tornado feliz. Somente se o seu coração permanecer puro e humano, e se nenhum demônio for capaz de afastar seu coração dos melhores sentimentos, somente então eu serei feliz". O que fez com que um pai expressasse repentinamente o medo da influência demoníaca sobre um jovem filho que até então fora um cristão confesso?”.

Num poema, Karl Marx escreveu:

Perdi o céu,
E o sei com certeza.
Minha alma, outrora bela a Deus,
Está agora destinada ao inferno.

Sem comentários.

O fracasso dos perdedores que têm ódio da humanidade

Marx se iniciou com uma orgulhosa ambição nas artes. Seu verso e drama foram importantes para o descobrimento de seu mundo interior, mas por causa da falta de talento poético, permaneceram inúteis. O fracasso na pintura e na arquitetura deu ao mundo Hitler, no drama – Goebels; na filosofia – Rosenberg.

Marx era implacável inimigo de todos os deuses, um homem que comprou uma espada do príncipe das trevas pelo preço de sua própria alma.

Será que Marx de fato comprou uma espada do Satanás?

Aterrorizando a filha

Sua filha, Eleonora, escreveu um livro intitulado: “O Mouro e o General – Memórias de Marx e Engels” (The Moor and the General – Memoirs from Marx and Engels). Ela diz que Karl contava muitas estórias para ela e suas outras filhas quando eram crianças. A estória favorita dela era sobre alguém chamado Hans Rekle. Esta estória continuava por meses a fio e parecia nunca terminar. Hans Rekle era um feiticeiro que tinha uma loja de brinquedo e muitas dívidasde. Embora fosse mágico, ele estava constantemente em débito. Portanto, apesar do seu desejo, ele tinha que vender todos os seus lindos brinquedos um por um ao demônio. Eleonora escreveu que algumas destas aventuras eram tão terríveis que seus cabelos se arrepiavam.

Robert Payne, no seu livro “O Desconhecido Karl Marx” (The Unknown Karl Marx), publicado pela New York University Press em 1971, fala também, em detalhe, das palavras de Eleonora, de como o pobre feiticeiro Rekle vendia com relutância seus brinquedos, mantendo-os até o último momento. Mas como ele tinha um compromisso com o demônio, era incapaz de escapar.

O biógrafo comenta: “Mal podemos duvidar que estas estórias sem fim eram autobiográficas. Algumas vezes parecia como se ele estivesse percebendo que estava realizando o dever do demônio”.



O socialismo era secundário, mais importante era destruir as religiões

Naquele tempo Marx encontrou Moses Gess, o homem que exerceu a maior influência na sua vida e o levou a aceitar os ideais socialistas.

Numa carta a B. Auerbasch (1841), Gess descreve Marx como “o maior, possivelmente o único filósofo de hoje… Dr. Marx é muito jovem (24 anos no máximo); ele desferirá o golpe final sobre a religião e a filosofia”. Portanto o primeiro alvo era atingir a religião com um golpe e não a implantação do socialismo.

É um mito que Marx tenha perseguido o ideal de ajudar a humanidade, que a religião era o obstáculo no caminho para a realização daqueles ideais, e que esta era a razão do por que ele tomou uma posição anti-religião. Pelo contrário, Marx odiava todos os deuses e não suportava ouvir sobre Deus. O socialismo era apenas chamariz para atrair o proletariado e a intelligentsia para a realização de um ideal satânico.

Mikhail Bakunin: elogios a Satã

Marx falou muito pouco publicamente sobre metafísica, mas podemos juntar informações sobre suas visões com aqueles que conviveram com ele. Um de seus companheiros na Primeira Internacional era Mikhail Bakunin – um anarquista russo que escreveu que o demônio foi o primeiro pensador livre e salvador do mundo; que o demônio libertou Adão e selou a sua face com o selo do humanismo tornando-o desobediente.

Com a palavra Mikhail Bakunin: “Satanás o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento”.

O comunista Bakunin não apenas glorificava Lúcifer, mas tinha um programa concreto de revolução – mas não do tipo capaz de libertar o pobre da opressão. Ele escreveu: “Nesta revolução, devemos despertar o demônio no povo a fim de estimular as suas paixões mais inferiores”.

É importante dar aqui especial ênfase ao fato de que Marx e seus amigos, sendo contra Deus, não eram ateus como os Marxistas modernos se denominam. Embora negassem Deus publicamente, odiavam Aquele cuja existência nunca duvidaram.

Marx e Engels com
as filhas Laura,
Eleanor e Jenny
Todo satanista ativo tem uma vida pessoal desordenada, Marx não foi uma exceção. Arnold Kunzli, no seu livro, “Marx – Psicografia”, escreveu que Marx era culpado de causar o suicídio de duas filhas e de um genro. Sua filha Laura também enterrou três filhos e depois cometeu suicídio com seu marido.

Uma vez que tudo no culto satânico é coberto de segredo, temos apenas suspeita de que Marx teve ligação com ele. Sua vida desleixada poderia ser mais uma pista na corrente de evidência.


Um “homem religioso”, segundo a servente

Eis aqui mais um fato interessante. O capitão Reese, um discípulo de Marx, enlutado com a notícia da sua morte, foi à Londres para visitar a casa onde seu amado professor viveu outrora.

A família Marx já havia deixado a casa e pôde apenas falar com uma servente que viveu na mesma casa. Ouviu dela o seguinte comentário surpreendente sobre Marx: “Ele era um homem com temor de Deus. Quando estava muito doente, costumava rezar sozinho no seu quarto diante de velas acesas, enrolando sua cabeça com alguma coisa como uma fita”.

Isso lembra fitas usadas pelos judeus durante suas orações da manhã. Mas Marx foi batizado numa igreja cristã. Nunca confessou o Judaísmo e mais tarde se tornou inimigo de Deus. Escrevia livros contra religião e educou todos os seus filhos ateus. Portanto, o que seria aquela cerimônia que a servente entendeu como sendo oração: Os judeus que oram com fitas nas suas cabeças nunca colocam velas enfileiradas diante deles. Não poderia ser algum ritual satânico?

Meu querido demônio!


Outra possível pista é uma carta ao Marx de seu filho Edgar, datada de 21 de março de 1854. Ela começa com estas palavras surpreendentes, “Meu Querido Demônio”. Quando um filho cumprimenta seu pai de um modo tão ridículo? Mas os satanistas assim fazem em relação a quem amam. Será que seu filho também estava envolvido?

Outro fato significativo: a esposa de Marx lhe escreveu em agosto de 1844: “Sua carta pastoral, Altíssimo Sacerdote e Possuidor das Almas, trouxe paz e tranquilidade ao seu pobre rebanho”.

O Manifesto Comunista propõe a eliminação de todas as religiões

Marx expressou claramente o seu sonho de eliminação de todas as religiões no “Manifesto Comunista”. Deveríamos considerar que cultos (religiões) satânicos fossem incluídos aqui. Não estão incluídos!

Jenny von Westphalen
Mas a sua esposa lhe endereça o título de Altíssimo Sacerdote. Mas, de que religião? A única fé confessada na Europa onde está presente um Altíssimo Sacerdote é o Satanismo. Portanto, que tipo de carta pastoral poderia um homem escrever sendo ele considerado um ateu? Estes são períodos da vida de Marx que permanecem inexplorados.


Marx morreu no desespero, como morrem todos os satanistas. Escreveu a Engels em 25 de março de 1883: “Quão sem sentido e vazia é a vida, no entanto, quão desejada!”.

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